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Mais info:

http://lawntofood.com/2013/04/garden-washing-sink/

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Para memória futura.

Mais informação aqui e aqui.

Núcleo de Albergaria-a-Velha:

“O Cabaz PROVE chega a Albergaria-a-Velha!

As entregas vão decorrer todas as sextas-feiras, das 17h00 às 19h00, no Centro Coordenador de Transportes de Albergaria-a-Velha, loja n.º1.

Desenvolvido pela ADRITEM, em parceria com a Câmara Municipal, o PROVE – Promover e Vender apresenta-se como uma forma de potenciar o escoamento dos produtos e tornar as explorações agrícolas da região mais sustentáveis.

Para mais informações contatar:
934 757 460 (Carla Castro)
encomendas.albergaria@prove.com.pt

FAÇA A SUA ENCOMENDA E CONTRIBUA PARA O SUCESSO DESTA INICIATIVA!”

 

 

Mais dicas no sítio: http://www.no-dig-gardening.org/

 

e aqui também: http://www.no-dig-vegetablegarden.com/

🙂

Responsável por atrair a terceira e mais mortífera arma da horta: os sapos anti-lesmas e caracóis!  As alfaces este ano estão um sonho, eheh.

Cebolo, beterraba, couve galega, pimento, pepino, alface, tomate de duas qualidades, espinafres, alho francês, beringela e aboborinha (dita courgete). Tudo em pequenas quantidades, a combinar com a microhorta.

Segunda: Loureiro

Arma antitoupeira, diz-que. Eficácia por comprovar. Para além disso, é uma planta bonita e já se sabe as carnes a adoram.

Primeira: Arruda


O seu gato faz as necessidades onde não deve? Ora ponha lá um ramito de arruda e veja como a vida parece mais fácil…

[Eu sei que a fotografia é chungosa, mas foi o que consegui arranjar :)]

Hoje passei o dia na horta (nem do pijama saí, eheh). Fiz mais umas quantas mantas numa zona que começava a parecer-se vagamente com uma selva e, neste momento, todos os talhões estão plantados ou prontos a plantar! Demorei várias horas nisto, mas soube-me lindamente. Depois, transplantei beterraba para o meio do cebolo (que se há-de transformar em cebola), plantei beringelas e pepinos ao pé das alfaces, e espinafres em cama própria. Parece muito mas foi tudo em poucas quantidades, para não nascer tudo ao mesmo tempo e porque cá em casa mais de metade das coisas da horta só eu é que as como – se se pudessem plantar cabritos ou frangos, outro galo cantaria :)…  Também plantei bolbos (suspeito que muiito fora de tempo, mas nem sempre me posso dar ao luxo de seguir os conselhos do Borda D’Água, que já apareceu, by the way) de dálias, gladíolos e lírios.

Ao mesmo tempo, o homem-da-casa foi pondo em ordem o cabanal (que é assim uma espécie de telheiro gigante que deveria servir, antigamente, para guardar cereais no forro do tecto e alfaias ou animais em baixo).  As “pasteleiras” voltaram a ficar penduradas do tecto do cabanal, mas junto à horta. Ao fim de …. 4 anos foi recuperada e pendurada numa das colunas uma grade de nivelar a terra, toda feita em madeira e à mão! Fora um sem número de pequenas coisinhas aqui e ali. Ficou catita, ainda que não tenha ficado terminado.

A meio do dia, descobrimos mais um sapinho (deve ser filho do outro, tinha metade do tamanho) que me vai ajudar no combate às lesmas: basicamente conto com ele para fazer o combate sozinho, que eu não consigo matar nem uminha por muito que me irritem e me comam as folhinhas tenrinhas de muita planta, grrr! Daí a minha felicidade por ter dois (espero eu) sapos.

And that´s all, folks!

Tendo-me muito aborrecido de saber do Sócrates, do Alegre, do Jardim e dos tristes que nós somos, recrudesceu em mim, suavemente, a vontade da horta e de arranjar tempo para ela. Assim, há uma semana contratei uma professora de primeira água (a dona D.) para me ensinar a fazer a manta. Já tinha tido várias outras lições teóricas e teórico-prático-aceleradas, com outros especialistas, mas foi esta a melhor lição. Claro que a minha manta não ficou tão catita como a da dona D. e muito menos como outras por que passo diariamente, mas as ervas daninhas ficam sob a terra, ou seja, sob a manta, pelo que em termos práticos é uma boa manta.

No dia seguinte, na praça (equivalente a feira pequena) de Albergaria-a-velha, impingiram-me três centos de cebolo: olhe que só tenho estes três molhinhos, e faço-lhe 5 euros 3, mas só tenho uma tirinha, então planta com menos distãncia e depois vai tirando pó esturgido, mas só quero dois, e leve lá os três, mas não preciso, e não se vai arrepender, mas…, e… Ganhou a senhora e trouxe os três molhinhos. Nesse dia, plantei num dos talhões a maioria. Parece que fiz mal, que a lua não era a melhor e tal e coisa, mas eu tinha de plantar qualquer coisa e quando cheguei à feira já não havia mais nada.  Ficaram lindas!

Depois andei de volta das inúmeras plantas mediterrânicas que adoptei (graças à Teresa) a ver se lhes encontrava cama definitiva. Entre a semana passada e esta já muitas delas a encontraram, ainda me faltam umas quantas, mas tenho um plano para elas: pô-las no caminho público por trás do cabanal – consta que tal caminho afinal é nosso, só tenho de deixar espaço para as pessoas (que nunca passam por lá, porque as não há) passarem e posso encher aquilo do que me apetecer. E tem-me apetecido muito.

Os apetites hortícolas têm sido de tal ordem que hoje peguei nos impermeáveis das caminhadas (calças e casaco com capuz) e, em plena chuva daquela a sério, me pus a plantar o resto do cebolo e  mais umas coivinhas. Para além disso fiz mais uma manta e plantei mais aromático-mediterrânicas. Como prémio de tão grande sacrifício, descobri o meu PRIMEIRO SAPO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!  Quase que lhe dava uma sacholada, sem querer, que ele é da cor da terra! Deve ser um Bufo Bufo.  Chamei o meu cavaleiro andante que o foi pôr junto ao lago. Estou felicíssima porque agora tenho  oficialmente um comedor das lesmas e dos caracóis que me costumam comer as alfaces e as prímulas. Até tive um momento místico, pois disse para comigo que o sapo era a resposta a quase todas as minhas orações. Só não me converti imediatamente a uma qualquer religião porque milagre a sério era ter aparecido um sapo, um ouriço-cacheiro e o Borda D’água 2010 que não sei onde se meteu. Mas pode ser que amanhã…. Bolas, amanhã não é dia de horta :(…

No meu micro-laguinho, vivem cinco peixes desde o início de Abril. Uma carpa Karpov (nome de batismo), um shuibunkin (ou coisa parecida, nome de espécie), dois (Dupont & Dupond)daqueles cor-de-laranja  que há por todo o lado e um multicolorido (Leopoldo Choné, de sua graça) cuja espécie ignoro de todo. 

Há poucas semanas descobrimos, um pouco aflitos, aquilo que nos pareciam milhares de filhotes de peixes (alevinos ou alevins é o nome científico, descobri depois). O que vale é que rapidamente o número foi diminuindo, por causas naturais suponho. Agora temos muito poucos alevins, mas há um mistério: de quem é que eles são filhos?? Há alevins de dois tipos: uns mais escurinhos e outros mais coloridos. Seja como for, nenhum é parecido, nem remotamente, com o único par de peixes da mesma espécie que temos (os cor-de-laranja). Se isto não é estranho, não sei o que será…

Vídeo descoberto no Cantinho das Aromáticas, sítio físico e virtual altamente recomendável para os curiosos da agricultura biológica.

No ano passado, já em tempo quentinho (talvez até no Verão), na Lousã ,  roubei um raminho a uma roseira de santa teresinha e pu-lo num copo com água durante umas semanas. Quando ganhou raiz, plantei-a e um dos muitos milagres com que a natureza me presenteia quotidianamente aconteceu.

Aqui está a prova (muito menos bonita do que original, afianço…):

 

rosas_de_santa_teresinha_do_talasnal

 

Qual será o nome científico?

P.S. Afinal a minha roseira é ateia, graças a deus. Diz-me a D. Dulcínea que não é de santa teresinha e as pesquisas na net confirmam-no. Seja como for é bonita e cheira que é um mimo!

Boule

Um dia destes tenho de mudar o nome ao blogue :), é que de hortas e jardins  pouco percebo e, depois de ter descoberto o Viveiro dos Rosmaninhos, ainda tomei mais consciência da minha ignorãncia  e dos meus erros, nomeadamente na selecção de plantas.

Neste sítio virtual há muitas dicas sobre como ter um belo jardim (as fotos provam-no) procurando gastar o menos água possível. O segredo é adequar a escolha de plantas (relva incluída) ao clima português. Há também um catálogo de plantas, que se podem encomendar por correio ou comprar no Viveiro ( AQUI).

Mas este Viveiro não é apenas virtual, existe fisicamente em Belazaima do Chão, Águeda. Só o vi em dias e a horas em que se encontrava ainda fechado, mas o que vi é suficiente para fazer crescer água na boca de qualquer candidato a jardineiro!

Preferia que não chovesse esta semana. Comecei, ao fim de meses de forçado abandono, a reatar relações com a minha horta. Está dominada por ervas daninhas e queria aproveitar estes dias  para cavar e plantar e o que mais for preciso. Mas com chuva não dá muito jeito… Mesmo com sol os resultados  do abandono conseguem quase desanimar-me.

Ainda por cima tenho de recuperar a minha ténue sabedoria agrícola e lá ando outras vezes com os livros a reboque. Onde meti o Borda d’Água? Para que raio compro  eu o Seringador?’ Que fazer em Dezembro? E como fazer? Será que é cedo para plantar beterrabas ou é tarde? Em que talhão plantei o cebolo no ano passado? O que vale é que há chuva: ponho-me a ler, a pesquisar, a pensar antes de fazer, coisa que dá sempre jeito, sobretudo numa horta pequenina. 🙂

Nestas minhas andanças agrícolas, os meus mais fortes inspiradores costumam ser os feirantes-hortelãos da Feira de Águeda. Mas a Dona Natércia já me avisou que por eles venderem não quer dizer que seja altura de plantar.  E a Dona Natércia sabe mais do que o Borda d’Água e, ainda por cima, tem tudo compilado numa enciclopédia de ditos populares. Exemplo: ó D. Natércia, como é que eu faço com as nabiças? “Olhe, sempre ouvi dizer das nabiças deita-me no pó e de mim não tenhas dó”. E neste ditado, está condensada a sabedoria da cultura da nabiça. Ou seja, semeia-se, dá-se  uma regadelazinha no início e mais nada. (Não garanto que esteja a conseguir captar todo o alcance dessa sabedoria.)

Bem, isto tudo para dizer que encontrei na net uns calendários agrícolas que me irão dar muito jeito:

Folclore de Portugal: Calendário Agrícola

Calendário Agrícola

Aveiro e Cultura – Calendário Agrícola Português

A Cozinha Tradicional na Área do Pinhal

Et voilá! Já tenho informação que chegue, agora falta a chuva fazer uma pausazita de 48 horas.