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… já é possível, de novo, iupii!

Se calhar até já o é há muito tempo, mas eu tenho andado distraída e só agora tornei a espreitar, ao fim de muitos meses, o sítio dele. E que bela notícia! O João volta a organizar e a guiar viagens! Acho que já aqui disse que as férias mais descontraídas que tive foram no Marrocos profundo, em 2007, pelas mãos do João. É um exímio conhecedor da cultura marroquina e um guia cinco estrelas. Para além do mais, consegue sempre preços fantásticos. E, atenção, não recebo comissão, eheh.

Toca a espreitar AQUI. (a estratosférica velocidade de banda larga com que a PT tem a bondade de me agraciar todos os dias não permite hoje imagens, mas sigam a hiperligação.)

Já agora, recomendo igualmente o outro blogue do João, sobre viagens. Vejam só esta magnífica proposta.

Lembram-se do Festival da Canção? Pois, eu quase também não. Mas este ano deve ter valido a pena. Ganharam os Homens da Luta!

Será que a maré se vai levantar? Que seja MARÉ ALTA!

Quem já tentou sabe que não é fácil. Da primeira vez que tentei, recebi uma mensagem a informar-me de que a poderia reactivar em qualquer altura, ou seja, não a tinha apagado!

Ontem, ao ler esta notícia do Público http://www.publico.pt/Tecnologia/nao-tente-apagar-o-seu-passado-na-internet_1475676?all=1 , descobri que afinal é simples e aqui fica a receita:

1º Entra-se na conta.

2º Cola-se esta hiperligação na barra de endereços: https://ssl.facebook.com/help/contact.php?show_form=delete_account

3º Confirma-se o nosso desejo de apagar aquela tralha e… já está!

Obrigada ao João Pedro Pereira, o autor da tal notícia do público.

pagar aquilo não é fácil, da 1ª vez q tentei, recebi uma mensagem a informar-me de que a poderia reactivar em qualquer altura, ou seja, não a tinha apagado. Ontem, ao ler uma notíca do público descobri aquele link e foi fácil: voltei a entrar na conta (confirma-se, não estava apagada) escrevi o link na barra de ferramentas e apaguei-a para sempre! Foi fácil, afinal.

Parece que é possível. Deixá-los-ão ser produzidos e comercializados? Esperemos que sim. (Mais uma vénia à Pilantra:)

Di-lo Akinori Ito no vídeo acima. A questão é: isso é uma boa notícia ou pode ser um presente envenenado, convidando toda a gente a continuar a poluir como se não houvesse amanhã? Ando céptica e pessimista, deve ser de ter de engolir um sapo no dia 23…

(Vénia à Pilantra, pelo vídeo!)

A partir do próximo ano serão assim distribuídas 150 mil cabras pela área do agrupamento territorial. Um “método natural para a limpeza das florestas e dos campos”, referiu ainda José Luís Pascoal, garantindo que o projecto Self-Prevention permitirá também o desenvolvimento social e económico das zonas raianas.

Vantagens:

– limpeza dos matos e consequente prevenção de incêndios (já vem é um bocadisquinho tarde…);

– criação de postos de trabalho em zonas periféricas;

– mais produção de queijo de cabra (maravilha!);

– já para não falar no facto de a paisagem passar a ter um aspecto muito mais convidativo.

Vamos lá a ver se a ideia pega de estaca.

Hà aqueles tipos que acham que, se o clube “deles” estiver a jogar e virem o jogo sem/com a pessoa X ao lado, perdem/ganham o jogo, o campeonato, a vida, sei là eu; hà aqueles que pensam que se (näo) virem o jogo no sofà Y, a beber Z e com o cachecol T, idem aspas. Ora eu começo a achar que as minhas fèrias däo sorte ao paìs, ora vejamos:

  • Todas as pessoas de boa saùde podem jà dar sangue independementmente dos preconceitos de outras, ver aqui.
  • O Tribunal Constiucional diz que duas pessoas do mesmo sexo jà se podem casar, desde que achem isso mesmo essencial para a sua vida na terra – ver aqui.

È melhor näo ler mais nada no jornal de hoje, näo và eu descobrir que afinal ou é poisson de avril ou que, ao aterrar amanhä nas Pedras Rubras, se deu uma revoluçäo e eu estava na estranja…

P.S. Ah, jà disse que a lìngua mais ouvida em Paris é… americano?

P.P.S. Existe um prémio nobel da gestäo empresarial? Entäo queria propor o tipo que pös a EDP a dar uns resultados do caraças, num tempo em que os consumidores estäo com a vida cada vez mais encalacrada, isto apesar de a electricidade estar mais cara e de os consumidores näo terem alternativa à EDP.  È um feito genial e digno de um prèmio de, digamos, 1,9 milhöes de euros. Uma explicaçäo lìmpida desta coisa maravilhosa que  ocorreu està no mesmo jornal, aqui.

Eu sei que já pus esta música, mas o vídeo é (algo) diferente e é esta a música que anda na cabeça desde manhã. Viva a liberdade (de casar ou não) e a igualdade!

E ainda há quem diga mal das maiorias relativas, eu acho que as absolutas deviam ser proibidas!

Acabei de os descobrir, graças às minhas friciclagens, e adorei o sítio, que ainda estou a explorar!

Aqui estão, definidos por si próprios:

A associação cultural casa da horta surgiu com a necessidade emergente de se criarem programas culturais e estilos de vida alternativos na cidade do Porto.

Pretendemos contribuir para o desenvolvimento do pensamento crítico e ao mesmo tempo pôr em prática alternativas à sociedade de consumo não ético e degradante do ponto vista social e ecológico. Assim fornecemos e incentivamos a alimentação vegetariana e também disponibilizamos produtos ecológicos e “justos”, dando prioridade à produção local de pequenos produtores, artesãos, agricultores, etc.

Dinamizamos oficinas, debates e formação em variados temas ambientais e culturais resultantes da crítica social e da criação de estilos de vida mais sustentáveis e éticos.

A associação está aberta a propostas de actividades, oficinas e projectos sem fins lucrativos nomeadamente de âmbitos culturais, artísticos e ambientais e que se coadunam com os princípios do respeito pela terra e pelos animais humanos e não humanos.

Com tudo isto pretende-se assim criar uma frente de luta contra a exploração do planeta e humana, combatendo as desigualdades, apelando à tolerância e ao respeito pelas diferenças. Lutamos por uma sociedade mais justa em que o dinheiro não poderá ser, como se apregoa, o único sentido da existência individual e colectivo.

Quase me dá vontade de voltar a viver no Porto :)!

Eu nunca acreditei no Sócrates, são muitos anos a ver políticos a dizer que sim a coisas justas  e a fazer de conta logo queo voto já lá canta … Mas não é que o gajo merece aplausos de pé? Depois, na porcaria dos comentários do Público, parace que há uns tipos que querem deixar de ser portugueses e mudar de país. Ide com deus! A dúvida é: mas ide para onde? Espanha? Holanda? Suécia? Vós, os medíocres, os que achais que tendes direito a decidir sobre a vida dos outros, estais cercados! A esses só tenho um conselho: “fuck you” – e pode ser que até descubram que o sexo é bom,  não tem regras e não serve só para a reprodução, ao contrário do que diz certa gente de que nem quero falar.

Colando aqui um dos meus  “pins” favoritos (via Pilantra):

Viva a nossa cosntituição! Vivam os seus artigos 13º, 16º, 26º e  o 36º! E parabéns aos meus amigos que lutaram por isto e que podem, se quiserem, dar o nó. Iupi! Iupi!Iupi!

Depois de cinco anos a tirar férias quase totais do Porto, cá estou eu de volta ao Porto e ao teatro. A cidade do coração continua bela e em perigo, pouco muda. Por todo o lado se vêem lindíssimas casas fechadas à espera do bom senso dos vendedores e do bom gosto dos compradores. Até dá vontade de ser rico só para gastar o carcanhol todo a devolver vida a tais fachadas e aos jardins que elas escondem no meio da cidade.

Mas não foi para dizer do meu amor pelo Porto que aqui vim. Foi mais para anotar, para memória futura – não vá o alzheimer tecê-las, que no sábado fui ao São João (que corre o risco de voltar a ficar amarelo…) ver esta peça do Mestre Gil. Não ia com grandes expectativas: era uma coisa com “deus” no meio,  fora o Adão, a Eva, a Morte, o Tempo, São João e tal e coisa, o que, somado a uma linguagem certamente arcaica, me fazia temer pelo resultado da minha temeridade, isto já para não falar da minha experiência de muitas banhadas já apanhadas no São João. Mas lá fui eu, arrastando dois cachopos comigo que não sabiam ao que iam (desculpem, amores). Pouco imaginava o quanto viria a gostar desta encenação, simples, depurada, criativa. Gostei de tudo: do ritmo minuciosamente coreografado da encenação, da simplicidade do cenário, do elenco, da iluminação também ela aparentemente parcimoniosa, das adições de outros textos ao texto vicentino. Uma bela homenagem a Gil Vicente! Fiquei fã do Nuno Carinhas.

Nota final:  numa só noite havia três boas peças de teatro a merecer a atenção do público e uma delas, “O Avarento”, do Moliére, já estava esgotado! Parece que o Porto ganha nova vida cultural.

Características:

  • preço-base: € 9 mil + iva
  • dá para 4 pessoas;
  • velocidade máxima de 80 kms/hora (chega e sobra)
  • autonomia 80 kms (dá para o dia-a-dia, certo?)
  • consumo por 100 kms:  € 0,79
  • ok, não é o carro mailindo do mundo, e daí? A poluição ainda é mais feia!

MAIS INFORMAÇÕES:

Aqui e aqui.

 

Depois das batatas, os cogumelos! Durante 75 dias, sem sujar nadinha de nada, por apenas €15. Onde? Como? Ver no Cantinho das Aromáticas e no vídeo abaixo, onde o Luís Alves explica tudo.

Fonte altamente fidedigna informa-nos de que há solução para quando estamos no restaurante (ou no café, ou no dentista, ou a jantar na casa de umas pessoas, ou a trabalhar) e temos de aturar um televisor inoportuno a  competir com os nossos pensamentos ou com as nossas conversas.

 É simples:

 

…compra-se um telecomando TV B Gone que só serve para duas coisas, ligar e desligar todo e qualquer televisor que nos esteja a moer o juizo. Ou seja, não serve para escolher aquilo que queremos ver mas sim para escolher SE e QUANDO queremos ver.

Imaginem o que seria o mundo sem televisão… De repente as pessoas teriam de conversar mesmo sobre aquilo que as une ou que as afasta ou teriam de encontrar algo para fazer quando não estão a trabalhar ou, pior, podiam lembrar-se de  experimentar pensar pela sua própria cabeça! Não ficaria pedra sobre pedra.

O Parque Nacional Peneda-Gerês, apesar  de ser uma área protegida por lei,  nem sempre é devidamente tratado com o necessário cuidado e amor pelos seus visitantes, como muito bem o sabem aqueles que o conhecem. O modus operandi do visitante de ocasião é este: segue (se tudo correr bem) os trilhos marcados com o seu farnel no lombo e almoça/janta contemplando a beleza e o silêncio das montanhas. Depois regressa a casa tão cansado de beleza (só pode ser essa a explicação) que resolve deixar no Gerês o seu contributo para a porcarização da Serra. É possível encontrar sacos plásticos, latas e embalagens nos sítios mais inacreditáveis! Pensaraão, os porcalhões, que por ali passará o carro de recolha do lixo?

O Rui Barbosa, depois de uma experiência inacreditável no ano passado, voltou à carga este ano, mas desta vez o PNPG já considera a coisa uma boa ideia, provando que a persistência compensa 🙂 .

Ora, vamos lá então limpar o Gerês, no dia 5 e 6 de Setembro. Não é necessário inscrição, mas é aconselhável; convém também levar luvas de trabalho e sacos plásticos. Mais informações: blogue CARRIS .

Mais uma descoberta fantástica (ainda que tardia no meu caso:( ): a BioHabitat vende e aplica materiais de construção que não só respeitam o meio ambiente, como ainda a saúde dos que habitam as casas. Tem tintas (ecológicas e biológcas!), isolamento acústico  e térmico e um sistema de aproveitamento das águas da sanita! Mais informação em:

http://www.biohabitat.pt/

E se, para aquecer e arrefecer a nossa casa, não tivéssemos de fazer nada a não ser pensar muito bem antes de a construir? Se não precisássemos de aquecimento central ou de ar condicionado? Se não fossem necessários aquecedores nem ventoinhas? Parece um sonho, mas pelos vistos já é realidade. Agora é só esperar que a ideia chegue depressa a Portugal. Mais informação AQUI.

 

passivhaus detail image 

(Via Bioterra.)

que se receba o João Salaviza em ombros, que se volte a pôr uma bandeira portuguesa em cada espelho retrovisor, que ninguém durma até João Salaviza aterrar em Figo Maduro (por haver milhares de pessoas na Portela).

Menos do que isto e passo a considerar oficialmente que não merecemos a sorte de haver por cá tanta gente talentosa.

Já não há muitas mais desculpas: o projecto Cicloficina arranja-nos GRATUITAMENTE aquela bicla que temos encostada e que tantas saudosas alegrias já nos deu. Também nos ensina a perceber a mecânica da coisa para a podermos arranjar sozinhos. Depois é só pedalar Clérigos acima (ai, ai) ou Mouzinho da Silveira abaixo, consoante as pernas permitam. É na próxima 5ª-feira, no Porto.

Cicloficina no Porto

No dia 21 de Junho volta a Lisboa. Mais sobre este projecto AQUI. Com um bocado de sorte, um dia destes a ideia chega a Aveiro :)!

Novo blogue de José Miguel Silva. AQUI.

Outra boa notícia:

A Associação de Municípios do Vale do Ave vai utilizar a vermicompostagem para tratar todos os lixos indiferenciados. Ao que parece, as minhoquitas digerem o lixo todo, trasnformando-o em húmus no prazo de três semanas. Aquilo que não conseguem digerir fica limpinho e pronto a ser reciclado!

A vermicompostagem  também está a ser usada para tratar dos lixos das vacarias e das suiniculturas.

Que boa ideia para ser copiada por esse país fora. Mais pormenores, aqui.

De vez em quando há boas notícias neste mundo. Vamos lá a ver se se aproveita para fazer a paz na Guiné. Oxalá.

por isso que se lixe, aproveitemos a vida! 🙂

Uma campanha nos autocarros do reino Unido, numa frente de ataque ateísta. Porque também se pode ser feliz se se acreditar apenas NESTA vida.

http://www.atheistcampaign.org/ :

“Atheism is (…) about making sense of the world, thinking freely and feeling liberated because of it. It’s about using your intellect and sense of reason to learn what life is about, and having the courage to think for yourself. It’s about relying on evidence when deciding on your beliefs, and being brave enough to speak the truth.”

e

http://www.guardian.co.uk/commentisfree/2008/oct/21/religion-advertising

(Uma campanha que faz tanto mais sentido quanto estamos a ver naquilo em que a religião está a desembocar: intolerância, fanatismo, ódio.  Para isto, não era preciso termos  inventado deus.)

João B., 😉