– Com latim, rocim e florim andarás mandarim.

– Tate, ali arde Troia. (Sobre uma rapariga apetecível.)

– Isto de moça louçã, cabeça vã.

– Outra que venha que rabo tenha. (Responde alguém que se considera injustamente acusado.)

– Mente Marta como sobrescrito de carta.

– Amor por uma fêmea (…) a mim me parece caldeirão de água a ferver sem se queimar chamiço.

– Com ela me deito, com ela me levanto. (De não se conseguir deixar de pensar numa moçoila.)

– Os homens viam-na e ficavam a rinchar. (Por ela ser… apetecível

– Mais puxa moça que corda.

– Roga ao santo até passar o barranco.

– Ora, ora, ronca o mar e mijo nele. (Exprimindo coragem.)

Um cavalo que há de ir à guerra nem corra lobo, nem o abane égua. (Da abstinência sexual antes de uma escaramuça de vida ou morte.)

– Guar-te de homem que não fala e de cão que não ladra.

– A homem ruivo e mulher barbuda de longe os saúda.

– Agora também lhes digo, se o grande fosse valente, o pequeno paciente, e o ruivo leal, a terra seria um pombal.

– Falas de santo, unhadas de gato.

– Não há grande geração sem santo nem ladrão!

– Na arca aberta o justo peca.

– Ninguém mas faz que não entale o rabo.

– Menina, vinha, peral e faval são maus de guardar.

– Tanto ladras que trincas a língua.

– Não há trabalho sem trabalhos.

– Arrieiro, no tarde, chora por arrieiro, nanja por cavaleiro. (Por na velhice nos apetecer voltar a viver a vida que tivemos e não uma melhor.)

– Outra porta, que aqui mora um surdo!

– Se queres aprender a orar, entra no mar.

Anúncios