Se eu não fui ouvida nem achada no batismo, pra que raio hei-de eu de fazer uma declaração formal de abandono da igreja, com direito a requerimento, cópia de cartão de “cidadão” e de certidão de batismo? Ok, eu percebo, é uma posição retórica e de força e tal, e eu até gosto dessas coisas, mas a igreja não é assim tão importante para eu ter tanto trabalho. Se ainda não entreguei a declaração de IRS deste ano, se pago IMI porque nós e as gatas tivemos preguiça de pedir isenção nos 1ºs não-se-quantos-anos-depois-da-compra-da-casa, hei-de eu ir à Teixeira, Baião, só para me declarar apóstata? Na, arranjem lá forma de fazer isso online, que mais do que isso é contra os meus princípios.

P.S. Por falar em instituições ignóbeis, como é que se faz um comentário numa página do facebook sem ter conta aberta? Pois. Então, apesar de a página estar aberta ao público em geral, se os comentários são só para os membros do clube estamos a… promover a clubite facebuqiana, com todos os incómodos éticos que isso pode proporcionar. Será o facebook melhor do que a ICAR? Meus irmãos, deixo-vos com esta questão, avisando já que aquela conta que eu lá tinha e nunca usava foi para o maneta na semana passada.

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