Hoje passei o dia na horta (nem do pijama saí, eheh). Fiz mais umas quantas mantas numa zona que começava a parecer-se vagamente com uma selva e, neste momento, todos os talhões estão plantados ou prontos a plantar! Demorei várias horas nisto, mas soube-me lindamente. Depois, transplantei beterraba para o meio do cebolo (que se há-de transformar em cebola), plantei beringelas e pepinos ao pé das alfaces, e espinafres em cama própria. Parece muito mas foi tudo em poucas quantidades, para não nascer tudo ao mesmo tempo e porque cá em casa mais de metade das coisas da horta só eu é que as como – se se pudessem plantar cabritos ou frangos, outro galo cantaria :)…  Também plantei bolbos (suspeito que muiito fora de tempo, mas nem sempre me posso dar ao luxo de seguir os conselhos do Borda D’Água, que já apareceu, by the way) de dálias, gladíolos e lírios.

Ao mesmo tempo, o homem-da-casa foi pondo em ordem o cabanal (que é assim uma espécie de telheiro gigante que deveria servir, antigamente, para guardar cereais no forro do tecto e alfaias ou animais em baixo).  As “pasteleiras” voltaram a ficar penduradas do tecto do cabanal, mas junto à horta. Ao fim de …. 4 anos foi recuperada e pendurada numa das colunas uma grade de nivelar a terra, toda feita em madeira e à mão! Fora um sem número de pequenas coisinhas aqui e ali. Ficou catita, ainda que não tenha ficado terminado.

A meio do dia, descobrimos mais um sapinho (deve ser filho do outro, tinha metade do tamanho) que me vai ajudar no combate às lesmas: basicamente conto com ele para fazer o combate sozinho, que eu não consigo matar nem uminha por muito que me irritem e me comam as folhinhas tenrinhas de muita planta, grrr! Daí a minha felicidade por ter dois (espero eu) sapos.

And that´s all, folks!

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