Em comparação com o espectáculo da semana passada, o texto deste era muito mais interessante e divertido, porém a encenação era bem mais convencional e até pobre. Gostei da gigantesca manta de trapos que substituía em grande parte o palco e das interpretações de Jorge Pinto, Emília Silvestre e Clara Nogueira. Não gostei nada da pressa de muitos dos restantes actores em dizerem o texto, sobretudo na cena inicial. Terá sido deliberado?  A boa tradução da Alexandra Moreira da Silva  e o Mestre Moliére mereciam mais sentida interpretação.

E, confirma-se, o Porto está cheio de gente à noite nas ruas e até às tantas. Como será de dia? Viverão pessoas naquelas ruas?

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