Mensagem que enviei à DECO/Proteste, a propósito das máquinas de café da moda (aquelas com cápsulas, pastilhas e com o George Clooney à mistura):

Vejo, com preo cupação, que mais uma vez a vossa revista/associação nem sempre se lembra de que as questões ecológicas são/devem ser determinantes no momento de o consumidor decide em que produto vai gastar o seu dinheiro.


De que materiais são feitas as cápsulas que muitas destas máquinas usam? São recicláveis na sua totalidade? Que impacto tem a sua utilização no meio ambiente, tanto a montante quanto a juzante da sua utilização? Gostaria muito (e tenho a certeza de que não sou a única a pensar deste modo) que, finalmente, todos os testes/análises da proteste contemplassem estas questões.

Porque não criar um símbolo para “o menor impacto ambiental do teste”, a acrescentar aos que já existem: “melhor do teste”, “escolha acertada” e escolha económica”? A cimeira de Copenhaga seria um excelente pretexto para isto, não vos parece?

Preocupada, mas grata pela atenção.

Por acaso, já os estou a ver a rir à gargalhada: é só líricos neste mundo.

P.S. Já agora, eu assinei a revista e prometiam-me quase as mesmas coisas que estão na ilustração acima. Adivinhem o que recebi? Dois horríveis relógios de pulso  que enquadro na categoria de lixo, mas que não tenho coragem de deitar fora por presumir que funcionem, porém… não sei que lhes faça. Neste caso, preferia que me tivessem perguntado se os queria ou se preferia não receber nada. Adivinhem a minha resposta. As vezes a Proteste utiliza estratégias de marketing muito questionáveis.

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