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Fabulosa descoberta de última hora, botem o VOLUM E NO MÁXIMO!
Toda tragédia só me importa
Quando bate em minha porta
Porque é mais fácil condenar
Quem já cumpre pena de vida
Vénia, Pilantra!
Nada melhor do que ouvir Tom Zé antes de dormir!
Em Ferrel lá p´ra Peniche
vão fazer uma central
que para alguns é nuclear
mas para muitos é mortal
os peixes hão-de vir à mão
um doente outro sem vida
não tem vida o pescador
morre o sável e o salmão
isto é civilização
assim falou um senhor
tem cuidado
Fausto Bordalo Dias
Cá dentro inqueitação, inquietação
É só inquietação, inquietação
Porquê, não sei
Mas sei
É que não sei ainda
Há sempre qualquer coisa que eu tenho que fazer
Qualquer coisa que eu devia resolver
Porquê, não sei
Mas sei
Que essa coisa é que é linda!
Será que todos os edifícios/espaços bonitos do Porto têm como destino a ruína? O blogue A Cidade Deprimente mostra-nos os últimos dias deste cinema que, mesmo em ruínas, continua a ser belíssimo. Pelos vistos, já é demasiado tarde para o salvar. Que se fez por este edifício durante 17 anos? Que fez a Cãmara? Que fez o Rio para conservar o belo Porto medieval e novecentista? Teremos de estar eternamente de vigília ou de nos prender às grades dos belos edifícios do Porto, como no Coliseu, para obrigar os eleitos pelo povo a proteger a cidade que é nossa?
Oito canções do novo álbum (Glitter and Doom Live) aqui.
O medo devora a alma, diz-nos Fassbinder com absoluta razão. Mas não é só o medo: o trabalho também a devora.
The Caucasian Challenge. (Projectos teóricos apenas, detesto conduzir e não percebo nada de mecânica
)
Via João Leitão, o melhor guia de viagens do mundo.
A ideia da Estónia criou raízes em Portugal:
http://limparportugal.ning.com/
A ideia é descobrir as lixeiras a céu aberto do país (coisa fácil, basta olhar para o lado), arranjar o maior número possível de voluntários, organizá-los por concelhos (e, imagino, por lixeira) e numa data a determinar limpar Portugal!
BORA LÁ!
50.00o pessoas contra o lixo, na Estónia:
se tiver sorte, há-de aparecer nos livros de história assim: Salgueiro Maia foi um dos mais destemidos e ilustres capitães de Abril, tendo tido uma relevante e excepcional responsabilidade no bom curso do golpe de 1974.
Uma pequena curisosidade: quinze anos depois do golpe, um primeiro-ministro (um tal Cavaco Silva) recusou conceder-lhe uma pensão por serviços excepcionais e relevantes à pátria, ao mesmo tempo que concedia a mesma pensão a dois excepcionais colaboradores pidescos do regime fascista.
Porque “a igualdade nada retira a ninguém, mas antes alarga os mesmos direitos a mais pessoas, acrescentando dignidade, respeito, reconhecimento e liberdade” , deve assinar-se seguinte abaixo-assinado:
http://www.petitiononline.com/mpi/petition.html
Eu, que não me quero casar mas que o posso fazer se o quiser, já assinei.
Por Otelo Saraiva de Carvalho, no Público de ontem.
Sem nos esquecermos de que esta é uma visão pessoal, mas sem a desvalorizarmos por isso, esta entrevista do Público a um dos protagonistas mais decisivos do 25 de Abril constitui um excelente contributo para se compreender com mais clareza a sequência dos acontecimentos que estiveram na origem da Revolução e daqueles que se lhe seguiram. A não perder.

Antes

Depois
O sítio da Transparência na Administração Pública já está a funcionar a lindamente. Escrevi Águeda no motor de busca deles e, em poucos minutos, descobri coisas magníficas:
Por exemplo, que o Município de Águeda gastou quase 35 mil euros em trabalhos de limpeza e conservação do monumento ao emigrante, em Fermentelos, e pouco mais de 250 euros em aquisição de livros no âmbito do Plano Nacional de Leitura. Prioridades.
